domingo, 16 de junho de 2013

Dinâmicas de grupo

Dinâmicas de socialização

Dinâmicas de socialização
1-APRESENTAÇÃO

OBJETIVOS:

-INTEGRAR O GRUPO E CONHECER OS INTEGRANTES;
-DESFAZER AS TENSÕES;
-RECONHECER A IMPORTÂNCIA DE CADA MEMBRO DO GRUPO;
PERCEBER OS VALORES PESSOAIS DOS PARTICIPANTES.

DESENVOLVIMENTO:
ORGANIZE OS ALUNOS EM CÍRCULO. EXPONHA OS OBJETIVOS DA DINÂMICA RESSALTANDO QUE TODOS DEVERÃO SE COMUNICAR PARA QUE SAIBAM QUEM É QUEM. DIVIDA A TURMA EM DUPLA, DE PREFERÊNCIA COM PARCEIROS DESCONHECIDOS. DURANTE CERCA DE 7 MINUTOS, AS DUPLAS SE ENTREVISTAM RECIPROCAMENTE. RETORNE AO GRANDE GRUPO, ONDE CADA UM FARÁ A APRESENTAÇÃO DO COLEGA ENTREVISTADO.

2-BALÕES NO AR 

OBJETIVOS:

-ENTROSAR A TURMA;
-DESPERTAR PARA A IMPORTÂNCIA DA COOPERAÇÃO;

MATERIAL: BEXIGA E LINHA.

DESENVOLVIMENTO:
ALUNOS ASSENTADOS EM CÍRCULO; DISTRIBUA TRÊS BEXIGAS VAZIAS PARA CADA ALUNO, QUE TERÃO QUE ENCHÊ-LAS E AMARRÁ-LAS COM UM BARBANTE. ORGANIZE A TURMA EM GRUPOS DE, NO MÁXIMO, OITO ALUNOS, QUE DEVERÃO ESTAR EM CÍRCULOS. COLOQUE UMA MÚSICA DE FUNDO. INICIE A DINÂMICA. CADA ALUNO JOGA PARA CIMA, DENTRO DO GRUPO UMA DAS BEXIGAS QUE FORAM ENCHIDAS SEM DEIXAR CAIR NO CHÃO. PASSANDO APROXIMADAMENTE 3 MINUTOS, PEÇA A CADA ALUNO QUE ACRESCENTE A SUA SEGUNDA BEXIGA NA RODA, TOMANDO O CUIDADO DE NÃO DEIXÁ-LA CAIR NO CHÃO. 3 MINUTOS DEPOIS, ACRESCENTE A TERCEIRA BEXIGA. O GRUPO NÃO PODERÁ DEIXAR AS BEXIGAS CAÍREM. MANTENHA-SE DE LONGE, APENAS OBSERVANDO AS SOLUÇÕES ENCONTRADAS PELO GRUPO PARA EVITAR QUE AS BEXIGAS CAIAM NO CHÃO. AO TERMINAR A DINÂMICA, PEÇA QUE OS ALUNOS SENTEM-SE NOVAMENTE EM CÍRCULO.

AVALIAÇÃO:
DIRECIONE UMA DISCUSSÃO PARA AVALIAR A ATUAÇÃO DOS ALUNOS NA DINÂMICA COM AS PERGUNTAS DO TIPO:
-DO QUE GOSTOU OU DO QUE NÃO GOSTOU, AO REALIZAR A BRINCADEIRA?
-QUAIS FORAM AS DIFICULDADES ENCONTRADAS?
-COMO FOI A PARTICIPAÇÃO DOS INTEGRANTES DO GRUPO?
-HOUVE COOPERAÇÃO?

FECHAMENTO:
ORIENTE O DEBATE: "A COOPERAÇÃO COMO FACILITADORA DA VIDA DAS PESSOAS".

3-APERTO DE MÃO

OBJETIVOS:
-IDENTIFICAR AS CARACTERÍSTICAS DO COLEGA;
-ESTIMULAR A AFETIVIDADE DA TURMA.
 
DESENVOLVIMENTO:
ALUNOS ASSENTADOS EM CÍRCULO. DISTRIBUA UMA FOLHA DE PAPEL OFÍCIO PARA OS ALUNOS. CADA UM DEVERÁ FAZER O CONTORNO DE SUA MÃO NO PAPEL E COLOCAR O SEU NOME. RECOLHA AS FOLHAS E REDISTRIBUA-AS ALEATORIAMENTE PARA A TURMA, TOMANDO CUIDADO DE NÃO FORNECER O DESENHO PARA O MESMO ALUNO. CADA ALUNO IDENTIFICA A MÃO DO COMPANHEIRO, SEM COMENTAR QUEM É. A TURMA SE LEVANTA, E TODOS SE CUMPRIMENTAM COM UM APERTO DE MÃO, PARA QUE AS PESSOAS POSSAM SER IDENTIFICADAS. DEPOIS QUE TODOS ESTIVEREM SENTADOS, PEÇA A CADA UM QUE FALE UM POUCO DE SI. À MEDIDA QUE O ALUNO ESTÁ SE APRESENTANDO, O COLEGA QUE ESTÁ COM O ESBOÇO DA SUA MÃO VAI DESTACANDO AS SUAS CINCO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS, QUE DEVERÃO SER COLOCADAS EM CADA UMA DOS DEDOS DA MÃO. APÓS TODOS TEREM FALADO, RECOLHA AS FOLHAS E AS ENTREGUE AOS SEUS RESPECTIVOS DONOS. CADA UM ANALISA AS SUAS CARACTERÍSTICAS.

AVALIAÇÃO:
ABRA UM ESPAÇO PRA DISCUSSÃO COM OS ALUNOS. ELES DEVEM FALAR SE CONCORDAM OU NÃO COM O QUE FOI OBSERVADO PELO COLEGA E SOBRE O QUE SENTIRAM AO REALIZAR A DINÂMICA.
OBSERVAÇÃO: PARTICIPE DA DINÂMICA, SE DESEJAR.

4-ESPELHO

OBJETIVOS:
-VALORIZAR A PRESENÇA DE CADA ALUNO DA TURMA;
-DESENVOLVER A AUTO-ESTINA DOS ALUNOS.
 
MATERIAL: CAIXA DE SAPATO COM TAMPA FORRADA DE PAPEL DE PRESENTE E UM ESPELHO QUE DEVE SER FIXADO NO FUNDO DA CAIXA.

DESENVOLVIMENTO:
ALUNOS ASSENTADOS EM CÍRCULO. APRESENTA A CAIXA À TURMA. DEIXE QUE OS ALUNOS OBSERVEM A CAIXA POR ALGUNS INSTANTES. ESTIMULE OS ALUNOS, DESPERTANDO SUA CRIATIVIDADE E CURIOSIDADE, PARA QUE ADVINHEM O CONTEÚDO DA CAIXA COM PERGUNTAS COMO:
- “NO INTERIOR DESTA CAIXA HÁ ALGO MUITO IMPORTANTE PARA NÓS, SEM A QUAL NÃO CONSEGUIRÍAMOS VIVER”. DEIXE CADA JOVEM EXPOR O QUE ACHA ESTAR DENTRO DA CAIXA. DÊ OUTRA DICA:
- “A CAIXA CONTÉM UM SER MARAVILHOSO, ÚNICO, DE GRANDE IMPORTÂNCIA PARA TODOS NÓS”. NOVAMENTE, OS ALUNOS TENTAM DESCOBRIR O CONTEÚDO DA CAIXA, SEM SUCESSO. COMBINE COM OS ALUNOS QUE IRÁ ABRIR E REVELAR PARA CDA UM O QUE ESTÁ NO INTERIOR DA CAIXA, MAS ELE (ELA) NÃO PODERÁ CONTAR AOS COLEGAS. ABRA A CAIXA, QUE DEVERÁ CONTER NO FUNDO UM ESPELHO. QUANDO O ALUNO OLHAR, VERÁ SUA PRÓPRIA IMAGEM REFLETIDA NO ESPELHO. AO IR PASSANDO A CAIXA PELOS ALUNOS, REPITA. “A PRESENÇA DESSE SER É UM PRESENTE, SENDO DE EXTREMA IMPORTÂNCIA PARA TODOS NÓS”.

AVALIAÇÃO:
TERMINADA A OBSERVAÇÃO DO INTERIOR DA CAIXA PELA TURMA, ORIENTE UMA DISCUSSÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DE CADA ALUNO PRESENTE NA SALA DE AULA. AS SUAS QUALIDADES, HABILIDADES, DIFERENÇAS E DEFEITOS DE CADA UM SÃO IMPORTANTES PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA TURMA UNIDA.

5-EMPURRA-EMPURRA

OBJETIVOS:
-ENVOLVER A PESSOAS PARA DESINIBI-LAS;
-ACLARAR OS SENTIMENTOS ENTRE A DUPLA.

TEMPO: 15 MINUTOS

DESENVOLVIMENTO: NUMA SALA AMPLA, SEPARE O GRUPO EM DUPLAS, QUE FICARÃO FRENTE A FRENTE, COM AS PALMAS DAS MÃOS JUNTAS E OS DEDOS ENTRELAÇADOS. A UM SINAL DADO, AS DUPLAS COMEÇARÃO A EMPURRAR, TENTANDO FAZER O OUTRO RECUAR. 

AVALIAÇÃO:
AO FINAL, AS DUPLAS RELATARÃO OS SENTIMENTOS EXPERIMENTADOS DURANTE A DINÂMICA.

6-GARRAFA DA VERDADE

OBJETIVOS:
-DESINIBIR A TURMA;
-DESENVOLVER O HÁBITO DE OUVIR E FALAR.

MATERIAL: UMA GARRAFA DE REFRIGERANTE “PET” VAZIA E FICHAS COM PERGUNTAS.

DESENVOLVIMENTO:
ORGANIZE O GRUPO EM UM GRANDE CÍRCULO. COLOQUE A GARRAFA NO CENTRO DO CÍRCULO. OS PARTICIPANTES RECEBERÃO UMA FICHA CONTENDO UMA PERGUNTA OU ELES MESMOS ESCREVERÃO. GIRE A GARRAFA. AO PARAR, O BICO DA GARRAFA INDICARÁ A PESSOA QUE IRÁ RESPONDER A PERGUNTA DO COLEGA. TODOS OS ALUNOS DEVERÃO PARTICIPAR DA BRINCADEIRA. CASO A GARRAFA PARE ENTRE DUAS PESSOAS OU NAQUELA QUE JÁ TENHA RESPONDIDO, GIRE A GARRAFA NOVAMENTE.
SUGESTÕES DE PERGUNTAS:
-QUAL É O SEU HOBBY PREFERIDO?
-O QUE DEIXA VOCÊ ABORRECIDO?
-PARA VOCÊ, QUAL O SENTIMENTO OU EMOÇÃO MAIS DIFÍCIL DE CONTROLAR?
-O QUE É MAIS MARCANTE EM SUA PERSONALIDADE?
-DE QUE COMIDA VOCÊ MAIS GOSTA?
-DE QUE COMIDA VOCÊ MENOS GOSTA?
-VOCÊ GOSTA DO SEU NOME?
-NA SUA INFÂNCIA, QUAL FOI A CRÍTICA OU O CASTIGO QUE MAIS O (A) MARCOU?
-NA SUA VIDA, QUAL FOI O MOMENTO MAIS ENGRAÇADO?
-VOCÊ ESTÁ ENFRENTANDO ALGUM PROBLEMA NO MOMENTO?
-QUEM É O SEU (SUA) CONFIDENTE?
-DO GRUPO DE COLEGAS, QUEM ESCOLHERIA PARA PASSAR AS FÉRIAS COM VOCÊ?
-QUAL É O MAIOR DEFEITO DESTE GRUPO?
-O QUE VOCÊ MAIS CURTE NESTE GRUPO?
-APONTE CAUSAS DA FALTA DE DIÁLOGO ENTRE ALGUNS PAIS E FILHOS?

OUTRA MODALIDADE PARA DINÂMICA:
-AS FICHAS COM AS PERGUNTAS FICARÃO DEPOSITADAS EM UM RECIPIENTE. À MEDIDA QUE A GARRAFA APONTAR O ALUNO, ESTE DEVERÁ RETIRAR UMA PERGUNTA E RESPONDÊ-LA.

7-QUERO PERTENCER AO GRUPO

OBJETIVOS:
-VIVENCIAR O SENTIMENTO DE EXCLUSÃO DO GRUPO;
-DESENVOLVER O SENTIMENTO DE SER ACEITO, DE SER CONSIDERADO PELO GRUPO.

TEMPO: 20 MINUTOS.

DESENVOLVIMENTO:
ESCOLHA DEZ PESSOAS PARA FORMAR UM CÍRCULO APERTADO, ENTRELAÇADO AO CENTRO DA SALA, E UMA PESSOA PARA TENTAR PENETRAR NESTE GRUPO, DA MELHOR MANEIRA QUE ACHAR POSSÍVEL, USANDO A FORÇA BRUTA OU DIALOGANDO.

AVALIAÇÃO:
PARA DEBATER:
-QUAIS OS SENTIMENTOS DESPERTADOS NOS INDIVÍDUOS QUANDO SÃO EXCLUÍDOS DO GRUPO?
-O QUE LEVA O GRUPO A EXCLUIR?
-COMO EVITAR A EXCLUSÃO?

8-DOS GRUPOS
 OBJETIVO:
-ENTROSAR O GRUPO.

DESENVOLVIMENTO:
INICIE A DINÂMICA COM OS ALUNOS ANDANDO EM CÍRCULO. AO SINAL DO COMANDO, ELES DEVERÃO SE AGRUPAR DE ACORDO COM O NÚMERO FALADO -2, 4,10 E TANTOS QUANTOS QUISEREM. 

AVALIAÇÃO:
COMENTE COM A TURMA SOBRE:
-AS POSSIBILIDADES DE TODOS ESTAREM SE ENTROSANDO.
-A IMPORTÂNCIA DO ENTROSAMENTO ENTRE AS PESSOAS.

9-CONFIO NO MEU PAR

OBJETIVO:
-RESTABELECER OU MELHORAR A CONFIANÇA NO COLEGA.

TEMPO: 30 MINUTOS.

DESENVOLVIMENTO: NUMA SALA AMPLA, DIVIDA O GRUPO EM DUPLAS. COLOQUE NA SALA VÁRIOS OBSTÁCULOS, DISTRIBUÍDOS ALEATORIAMENTE. UM ESTARÁ COM OS OLHOS VENDADOS E O OUTRO CONDUZIRÁ O SEU PAR PELA SALA, COLOCANDO O SEU BRAÇO SOBRE O OMBRO DO OUTRO, EM SILÊNCIO. APÓS DETERMINADO TEMPO, TROCAM-SE OS PAPÉIS DA DUPLA.

AVALIAÇÃO:
CADA PARTICIPANTE RELATARÁ NO GRUPÃO AS SENSAÇÕES QUE TEVE AO SER CONDUZIDO E O QUE MAIS APRECIOU DURANTE A DINÂMICA.

FECHAMENTO:
PARA DEBATER:
QUAIS SÃO OS SINAIS QUE INDICAM QUE PODEMOS CONFIAR EM ALGUÉM?
-QUAIS SÃO AS PESSOAS EM QUEM VOCÊ CONFIA?
-O QUE LEVA VOCÊ A DEIXAR DE CONFIAR EM ALGUÉM?

10-BALÃO D`ÁGUA 

OBJETIVO: 
ENTROSAR E RELAXAR A TURMA.

MATERIAL: BALÕES CHEIOS D`ÁGUA

DESENVOLVIMENTO:
-DIVIDA A TURMA EM TRÊS GRUPOS;
-IDENTIFIQUE OS GRUPOS POR CORES (AZUL- VERDE- BRANCO)

DIVIDA CADA GRUPO EM DUAS FILEIRAS:
VERDE............................VERDE
AZUL...............................AZUL
BRANCO.........................BRANCO
ENTREGUE A CADA GRUPO UM BALÃO CHEIO D`ÁGUA, QUE DEVERÁ SER LANÇADO DE UM LADO PARA O OUTRO, SEM DEIXAR ESTOURAR. O GRUPO QUE DEIXAR O BALÃO ESTOURAR SAIRÁ DA DINÂMICA.

AVALIAÇÃO:
APÓS A DINÂMICA, REÚNA OS ALUNOS E PEÇA-LHES QUE COMENTEM AS ATITUDES QUE TIVERAM DE TOMAR PARA NÃO DEIXAR OS BALÕES ESTOURAREM. PEÇA-LHES QUE RELATEM SITUAÇÕES QUE OCORRERAM NA VIDA DELES EM QUE TIVERAM DE CONFIAR EM UM AMIGO.

domingo, 2 de junho de 2013

Níveis de Alfabetização

Níveis de Alfabetização
Em síntese, podemos dividi-los em vários níveis, porém, vamos destacar os cinco principais:
1)Pré-Silábico Nesta fase, os alunos escrevem rabiscos ou até mesmo letras para representar as palavras, porém sem nenhum vínculo com o que é falado. Exemplos:A R M S MO H A O R U I L N M (brigadeiro), A (brigadeiro)
2)Silábico sem valor sonoro (Intermediário 1) O aluno representa o que ouve com a quantidade certa de sílabas, porém, sem relacionar o que ouve com a representação gráfica.Exemplo:
R O M T (brigadeiro)
3)Silábico com valor sonoro Nesta fase, os alunos representam graficamente aquilo que ouvem, através da utilização de uma das letras de cada sílaba, representando cada uma com uma das letras presentes na mesma. Exemplo:I A E O B H D O (brigadeiro)
4)Silábico Alfabético (Intermediário 2) O aluno representa o que ouve com a quantidade certa de sílabas, ora, representando graficamente a sílaba por inteiro misturada a letras isoladas do fonema contido na sílaba, ora, representa a sílaba com outra letra que representa o mesmo fonema.Exemplos:
P I P O K (pipoca), S U K O (suco), B I Z (bis)
5) Alfabético Nesse nível de alfabetização, a criança já apresenta um domínio da escrita, incluindo as sílabas complexas. Exemplos:
BRIGADEIRO, PIPOCA, SUCO, BIS
BIBLIOGRAFIA
http://www.centrorefeducacional.com.br/emiliealfa.htm
http://crisblogmeumundo.blogspot.com/2008/02/nveis-de.html


Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/niveis-de-alfabetizacao/14595/#ixzz2V4IEP2nC

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Dica de leitura!

É possível identificar o pedófilo?

Pedofilia não é crime, mas, sim, uma doença – o crime praticado por pedófilos e por não pedófilos é o abuso sexual de crianças.

Segundo Daniel Martins de Barros, médico psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, é muito difícil identificar que uma pessoa tenha essa doença, já que se trata da esfera dos desejos, que podem não ser percebidos pelas pessoas próximas.

- Não dá pra identificar os sinais porque, senão, vira meio paranoico. O fato de um sujeito estar sempre com a criança, sempre perto delas, não significa nada.

De acordo com Lis, os pedófilos são, em grande parte, pessoas que sofreram abusos sexuais quando eram crianças. Por isso, essas pessoas acabam desenvolvendo sua sexualidade precocemente, ficando marcadas pelo abuso.

A psicóloga ainda conta que alguns pedófilos elegem seus alvos entre crianças com características que se assemelham ao próprio abusador quando criança.

- Principalmente características psicológicas, mas, em alguns casos, os pedófilos escolhem crianças com traços físicos parecidos com eles mesmos durante a infância. Muitos pedófilos relatam que, quando a criança começa a apresentar sinais de puberdade, como a presença de pelos, eles acabam perdendo o interesse.

Contudo, os especialistas ressaltam que não existe um perfil de pedófilo. Ainda que alguns sintomas, como dificuldades de relacionamento e introversão, possam ser apontados, isso não deve ser assumido como um padrão.

- O abusador de criança pode ser qualquer sujeito. Existem os que são exclusivos, que só sentem prazer com criança, e os não exclusivos, que também se relacionam com adultos.

Para a psicóloga do Disque-Denúncia, não adianta apenas prender o sujeito que cometeu esse crime sem oferecer um tratamento adequado para ele, para a criança e para as famílias envolvidas.

- Além de ser preso, ele precisa do tratamento, ou pode ocorrer uma reincidência do crime.

Extraído de:

Saiba quais sinais podem indicar que uma criança sofreu abuso sexual

Saiba quais sinais podem indicar
que uma criança sofreu abuso sexual

Gestos e desenhos são importantes para revelar o tipo de violência.
Crianças que foram abusadas sexualmente sofrem mudanças em seu comportamento como agressividade, dificuldades de relacionamento e isolamento. Entretanto, os especialistas consultados pelo R7 afirmam que esses sintomas podem significar qualquer tipo de violência sofrida na infância. Por isso eles aconselham aos pais para que fiquem atentos a um conjunto de outros sinais, como gestos, brincadeiras e desenhos, para saber se seus filhos estão sofrendo algum tipo de violência.

Segundo a psicóloga Lis Arantes Radicchi, especialista em saúde mental, as crianças que sofrem qualquer tipo de violência, seja abuso sexual ou não, terão consequências em várias áreas de seu desenvolvimento, acarretando alterações de comportamento na escola, na família e na comunidade.
Lis, que é também psicóloga do Disque-Denúncia Nacional, ligado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, afirma que existem alguns sintomas comuns da criança violentada, como insônia, falta ou excesso de sono, medo aparentemente infundado, pesadelos, tremores noturnos, ganho ou perda de peso, agressividade e atitudes como morder, chutar, gritar e chorar
Além disso, ela indica que as crianças podem expressar intolerância com colegas de escola e com pessoas da comunidade, ter dificuldades de concentração, aprendizado e de relacionamento. Em alguns casos, as crianças extrovertidas podem ficar mais caladas, ou vice-versa.
Entretanto, a psicóloga ressalta que a presença desses sintomas não significa que a criança sofreu um abuso sexual.
- Isso pode ser um sinal de qualquer tipo de violência ou distúrbio que ela vivenciou.
Raphael Boëchat Barros, professor de Psiquiatria da Unb (Universidade de Brasília), acrescenta que os gestos e os desenhos também são muito importantes para que os pais possam descobrir o que acontece com seus filhos.
- A linguagem da criança não é tão verbal. Vale a pena prestar a atenção no comportamento, nas brincadeiras, em jogos e desenhos, porque é comum o isolamento. É nessas situações [de isolamento] que ela pode manifestar o abuso.
Contudo, a psicóloga aponta alguns sinais mais graves que podem indicar um abuso sexual. Algumas crianças chegam a desenhar a genitália do abusador, como imagens de homens com o pênis ereto e com pelos pubianos.
- Isso é um sinal de abuso. Como a criança pode ter visto um pênis ereto e com pelos?
Lis conta também que as crianças podem a passar a sentir medo de adultos de um sexo específico, já que se perdeu a confiança nos mais velhos. Existem ainda casos em que crianças tiram suas roupas e até se masturbam.
- As crianças brincam mesmo, mas os adultos precisam ficar atentos que algumas de suas atitudes reproduzem o que aconteceu com elas. Esses gestos são também uma forma de denunciar. O sinal isolado não quer dizer muita coisa, mas tem que ser pensado em conjunto.
extraído de: http://noticias.r7.com/saude/noticias/saiba-quais-sinais-podem-indicar-que-uma-crianca-sofreu-abuso-sexual-20100518.html

quarta-feira, 15 de maio de 2013

ESQUIZOFRENIA INFANTIL


Esquizofrenia de início na infância
Esquizofrenia de início precoce (esquizofrenia infantil)- EI
EI é uma forma rara e grave de esquizofrenia caracterizada pelo início de sintomas psicóticos antes dos 12 anos, onde se acredita que há um componente hereditário mais forte na etiologia da doença.
Crianças diagnosticadas com esquizofrenia têm taxas maiores de anormalidades do desenvolvimento inespecíficas marcadores do prejuízo precoce no neurodesenvolvimento.
Estudos recentes de imagem nos dão dados que sugerem redução do giro singular cerebral com a idade, e ausência da redução normal da assimetria entre os volumes dos hemisférios direito e esquerdo  dos giros singulares cerebrais
Estas alterações estruturais são hipoteticamente relacionadas ao neurodesenvolvimento anormal que influenciam na atenção e regulação das emoção que são característicos de alguns prejuízos cognitivos na psicose.
É uma síndrome rara, que acomete uma criança a cada 10.000 (em adultos atinge 1 adulto em cada 100). Entre os 13 e 18 anos a prevalência é maior do que antes dos 12 anos.
Alguns critérios fundamentais do diagnóstico são os mesmos do diagnóstico em adultos (ver esquizofrenia), mas altas taxas de doenças co-morbidas ou sintomas co-móribodos incluem transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtornos depressivos e ansiedade de separação em crianças com EI.
Fatores de stress psicossocial são importantes no curso da esquizofrenia e podem possivelmente interagir com fatores de risco biológicos no surgimento do distúrbio.
Crianças diagnosticadas com EI apresentam déficits neuropsicológicos importantes com uma grande gama de alterações na função cerebral, incluindo atenção, memória e funções excutias.
Alterações semelhantes têm sido encontradas em adolescentes e adultos com equizofrenia, entretanto, crianças com EI apresentam  alterações mais significativas nas escalas de QI (quociente intelectual), memória e testes de avaliação de habilidades de percepção e motricidade do que os adolescentes e adultos.
As alterações acima  sugerem que estes déficits podem não ser uma sequela do transtorno, mas são marcadores de disfunção cerebral mesmo ANTES do início da psicose.
Um estudo comparando a gravidade dos déficits neurocognitivos entre adolescentes e adultos conclui que , embora déficits  neurocognitivos maiores sejam encontrados em crianças com EI, o aprendizado de determinadas habilidades cognitivas que influenciam o trabalho, memória e atenção podem ocorrer na adolescência.
A apresentação clínica da esquizofrenia, levando em conta o nível de desenvolvimento da criança, torna-se semelhante com o avanço da idade.
A esquizofrenia em  crianças pré-púberes inclui a presença de pelo menos dois dos seguintes sintomas: alucinações, delírios, fala grosseiramente desorganizada, comportamento desorganizado ou severo abando no das atividades sociais ou acadêmicas  por pelo menos um mês –pelo CID 10 e por 6 meses pelo DSM IV.
Antes da década de 60 o termo psicose infantil era aplicado a um grupo heterogêneo de distúrbios invasivos do desenvolvimento, sem alucinações e delírios. 
 Nos anos 70, crianças com evidência de um  profundo distúrbio psicótico com retardo mental, disfunção social e prejuízo da linguagem importante e sem história familiar e esquizofrenia.  
Nas crianças cuja psicose apareceu após os 5 anos, entretanto, alucinações auditivas, delírios, afeto inadequado, alterações do pensamento e inteligência normal eram comuns jovens crianças com história familiar de esquizofrenia, ao contrário dos distúrbios acima, que passaram a ser classificados na década de 80 com o transtornos invasivos do desenvolvimento (TID) ou autismo (ver texto sobre autismo neste site).
Crianças com autismo têm prejuízo em múltiplas áreas das funções adaptativas iniciadas geralmente antes dos três anos de idade – a esquizofrenia infantil, por definição  ocorre após os 3 anos de idade.
EPIDEMIOLOGIA – Raríssima, acomete uma em cada 10.000 crianças. Em adolescentes acomete uma a duas crianças em cada mil e um em cada 100 adultos.
Crianças do sexo masculino apresentam  mais chance  de diagnóstico, com uma razão de 1,67 menino para cada menina com EI.
Meninos são diagnosticados mais precocemente do que meninas.- 0,1 a 1% apresentam os sintomas antes dos 10 anos e 4% dos casos após os 15 anos de idade.- A prevalecia vai aumentando de forma importante com o avanço da idade.- A esquizofrenia raramente é diagnosticada em crianças com menos de 5 anos-
Sintomas psicóticos geralmente surgem de forma insidiosa, gradativa e os critérios diagnósticos vão se preenchendo ao longo do tempo. Ocasionalmente o o início da EI é repentino e ocorre em uma criança com bom funcionamento psíquico.-
A EI pode ser diagnosticada em uma criança com dificuldades crônicas que experimenta uma piora significativa. -
 A prevalência de esquizofrenia entre pais de crianças com EI é de 8%, o que é mais do que o dobro da prevalência entre pais de esquizofrênicos com inicio da doença na idade adulta.-
Transtorno de personalidade esquizotímico é semelhante à esquizofrenia no afeto inadequado, pensamento mágico excessivo, crenças falsas, isolamento social, idéias de refer~encia e alterações da senso-percepção, como ilusões (mas não alucinações).
ETIOLOGIA – 80% relacionada a herança genética.DIAGNÓSTICO E ACHADOS CLÍNICOS – Todos os sintomas encontrados na esquizofrenia de inicio em adultos podem aparecer nas crianças acometidas.-
O inicio, frequentemente é insidioso: após a primeira demonstração de alteração do comportamento ou afeto inadequado, a criança leva de meses a anos para preencher todos os critérios de EI. -
Crianças que eventualmente preencehem os critérios para EI são socialmente rejeitadas e têm redução das habilidades sociais. Eles podm ter história de perdas de marcos do desenvolvmento neuropsicomotor e habilidades escolares, apesar de inteligência normal. - Apesar de crianças com
Autismo e EI apresentarem histórias similares, crianças com EI geralmente têm inteligência normal e não preenchem critérios para transtorno invasivo do desenvolvimento.-
Pelo Manual De Diagnóstico e Estatística 4ª versão Revisada (DSMIV-TR), uma criança com EI apresenta deterioração da função, durante  o surgimento dos sintomas psicóticos ou a criança nunca atinge o nível esperado de funcionamento psíquico :
  • sintomas nucleares (dois ou mais dos seguntes por um mês de duração)
         Delírios  
 Alucinações 
         Fala desorganizada (incoerente ou delirante)         Comportamento desorganizado ou catatônico  
       Sintomas negativos (afetor raso, alogia ou avolição)
(Obs: se o delírio for bizarro ou as alucinações são vozes comentadoras ou difamatórias ou dialogantes, apenas um dos critérios acima é exigido).
  • Disfunção Social /ocupacional – prejuízo nas relações de escola, trabalho, auto cuidado, ou acadêmico
  • Duração: pelo DSM IV – 6 meses de sintomas (pelo CID 10, utilizado no Brasil – u mês com os sintomas).
  • Exclusão de transtorno esquizoafetivo ou do humor (mania, depressão psicótica).
  • Exclusão de condição médica (delirium/uso de substâncias)
  • Se há o diagnóstico de autismo ou TR. Invasivo do desenvolvimento , o diagnostico de esquizofrenia só ocorre se existem delírios ou alucinações também presentes.
Alucinações auditivas ocorrem comuente me cirança com esquizofrenia e podem ser percebidas a partir dos  4 anos de idade e relatadas pelos clientes. As crianças podem ouvir várias vozes difamatórias, de comando ou dialogando. As vozes podem ser bizarras, dientificadas como “ um computador em  minha mente”, extra-terrestres ou a voz de algum familiar.  
Alucinações visuais acometem um significativo número de crianças com esquizofrenia e geralmente são assusstadoras – as crianças vêem demônios, esqueletos, faces assustadorass ou criaturas doespaço. Alucinações visuais fóbicas trasitórias também ocorrem em criaças traumatizadas que não são psicóticas.
Delírios (alteração do pensamento, “falsa crença”) estão presentes e mmais de metade das criançascom esquizofrena e se apresentam vários conteúdos: perseguição, megalomania e misio. A freqüência dos delírios aumenta com a  idade.
Afeto embotado ou inadequado aparece quse universamenente nas crianças com EI.Podem apresentar risos ou gritos imotivados, além de solilóquios (conversar sozinho, como se houvesse alguém perto) sem serem capazes de explicar por que o fazem.
Alterações da forma do pensamento ocorrem como: perda dos laços associativos, bloqueio de pensamento, alogia, pensamentos controlados, roubo de pensamento, eco de pensamento.
Ao contrário de adultos, crianças com Esquizofrenia falam menos do que controles com inteligência comparada, e são ambíguas no modo de se referirem a pessoas, objetos e eventos.
Crianças sem TR. Mental tental corrigir, revisar ou adequar sua linguagem quando não são compreendidas. Crianças com esquizofrenia apresentam déficits nesta área a comunicação e  linguagem, onde predominam os sintomas negativos.
O fenômeno central na esquizofrenia parece ser o mesmo em todas as idades, mas o nível de desenvolvimento neuropsicológico de uma criança influencia na apresentação dos sintomas. Delíros de crianças mais novas são menos elaborados, desta forma.
Há prejuízos no funcionamemento psicomotor, visoespacial e déficits na atenção.
EXAMES COMPLEMENTARES E LABORATORIAIS – NÃO há nenhum teste clínico específico atualmente capaz de identificar a esquizofrenia infantil ou em adultos. O diagnóstico é clínico, ou seja, baseia-se na entrevista com o médico psiquiatra.
 Alguns estudos de neuroimagem (tomografia, ressonância, SPECT (tomografia por emissão de fóton único), PET  e neuroimagem funcional) sugerem que crianças com EI apresentam redução no volume da área cingular cerebral e uma ausência da redução normal da assimetria direita-esquerda do volume dos hemisférios cerebrais (giro do cíngulo anterior).
Alta incidencia de complicações na gravidez e no nascimento têm sido relatadas na história de cirnças com esquizofenia, mas nenhum fator de risco foi alocado à doença.
Eletroencefalograma não tem a menor utilidade diagnóstica em esquizofrenia.Há dados que sugerem que Hiperporlinemia altera o cromossomo 22q11 no transtorno esquizoafetivo infantil, mas não na esquizofrenia infantil.
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL : Autismo, transtorno bipolar, depressão psicótica, transtornos invasivos do desenvolvimento, síndrome de Asperger, psicose induzida por drogas, psicose orgânica.
CURSO E PROGNÓSTICO – O nível de funcionamento psíquico e o QI (quiociente intelectual ) da criança antes do inicio dos sintomas é fator importante de melhor prognóstico, assim como  a idade de início, a resposta a medicamentos, como a criança se comportou após o primeiro surto (ou seja, se voltou ao funcionamento anterior ou perdeu habilidades cognitivas), e o suporte familiar.
- Crianças com atraso no desenvovlimento, dificuldades deaprendizagem, QI muito baixo e comportamentos pré-mórbidos disfuncionais como TDAH E TR. Conduta parecem responder pior ao tratamento e parecem ter pior prognóstico.-
Num estudo de coorte acompanhando crianças comesquizofrenia iniciada antes de 14 anos, os piores prognósticos ocorreram nas crianças cuja doença se iniciou antes dos 10 anos e com transtorno de personaliade pré-existente.
- O acompanhamento de crianças que receberam o diagnóstico de EI mostra que um terço das mesmas foram diagnosticadas como bipolares na adolesência, e pacientes com TR. Bipolar tipo I têm melhor prognostico do que crianças com esquizofrenia.
O suporte familiar, a redução de críticas e oposi~~ao e envolvimento familiar são fundamentais  para um melhor prognóstico.
A esquizofrenia de início na infância parece ser um tipo de esquizofrenia com maior gravidade com uma grande falha a resposta medicamentosa e interevençoes psico-sociais. Sintomas positivos como alucinações e delírios respondem melhor à medicação do eu os negativos, como  descuido de auto-cuidados.
TRATAMENTO – Apoio multidisciplinar, com farmacoterapia, educação familiar, intervenções no contexto social e familar e educaçaao em saúde.
Estudos sugerem que em adolescentes a intervenção precoce durante os peridos prdromicos (trema) com antipsicóticos áticos e suporte psicossocial podem melhorar muito os sintmas e adiar ou prevenir o avanço da doença para os quadros mais graves.
- è importante que seja feita uma boa investigação cínica para o reconhecimento dos estados prodrômicos para que haja benefícios da intervenção precoce.
- Crianças costumam responder pior aos antipsicóticos do que adolescentes e adultos.
- Educação familiar e intervenções na família são fundamentais para maximizar o nível de apio que a família pode oferecer ao paciente.
- Educação adequada à criança é fundamental, uma vez que há dificuldades no relacionamento interpessoal, déficits de atenção, e dificuldades acadêmicas.
FARMACOTERAPIA- Os antipsicóticos atípicos (antagonistas dopaminérgicos e serotoninérgicos) são a mediação de primeira linha atualmente (Risperidona, Clozapina e Olanzapina).
Estes medicamentos diferemdos antipsicóticos típicos (antagonistas de dopamina (D2) por sua ação nos receptores de serotonina.
Teoricamnte são mais eficazes na redução de sintomas positivos e negativso e apresentam menor risco de efeitos extrapiramidais.
 - Quetiapina , Ziprasidona e Aripiprazol são outros antipsicoticos atípicos utilizados em crianças que não respodnem aos antipsicóticos atípicos citados na linha anterior.
- Há poucos estudos utilizando antipsicóticos atípicos em crianças e são necessários mais estudos randomizados e ensaios clinicosnestas populações.
- Um estudo duplo cego, randomizado de 8 semanas recente, contolado , comparou a eficácia e segurança da clozapina e olanzapina em crianças previamente refratárias a outros antipsicoticos e acompanhadas por 2 anos utilizando a escala de Sintoas positivos e negativos.
  A clozapina se mostrou muito superior a olanzapina no alivio dos sintomas negativos, porém foi associada a mais anormalidades liídicas e convulsão em um paciente, além de ter que ser feito o hemograma semanal pelo aumento do risco de agranulocitose.
- Vários estudos recentes demonstraram ser a risperidona tão efetiva quanto os antipsicoticos típicos (haldol/haloperidol), com menos efeitos colaterais em adolescentes e adultos jovens. Em crianças, porém, há poucos casos e estudos na literatura.-
 A risperidona pode causar ganho de peso, reações distônicas e galactorréia, além de ginecomastia. - Olanzapina causa menos efeitos extrapiramidais, porém causa mais sedação e ganho de peso.-
 Antipsicoticos de alta potencia típicos, como Haloperidol e Trifluoperazina (Stelazine) são medicamentos seguros e com mais estudos realizados.
PSICOTERAPIA – intevençoes psico-sociais e educação familiar,além do suporte dos pais são críticos para o tratamento de crianças com esquizofrenia infantil.
 Psioterapeutas especialistas nesta área devem estar atentos ao desenvolvimento neuropsicomotor da criança, assim como aos sintomas prodrômicos e sinais indicadores de crise (inonia, agitação psicomotora e ideação e plano suicida).
 
Os estudos demonstram que o mais adequado tratamento para esquizofrenia infantil é baseado na psicoterapia suportiva combinada à psicofarmacoterapia.
Fonte:Kaplan & Sadock´s Synopsis of Psychiatry - Tenth Edition
 
Extraído :https://sites.google.com/site/marciocandiani/esquizofrenia-de-inicio-na-infancia